Monday, May 7, 2007

This shoes are made for walking


Se a Cinderela tivesse usado uns destes, o Princípe não teria tido problemas em encontrá-la. (É que não passam propriamente despercebidos)

Mas é tudo por uma boa causa.

Um dia, os Manolo Blahnik do ano 2025 vão estar nuns pés elegantes e bonitos para comprová-lo ;)

Feliz dia da Mãe

Um bom dia da mãe é sempre que um pai quiser ;)

Friday, May 4, 2007

www.coisasgiras.com



E porque hoje é 6ª feira e já só apetece pensar no fim de semana (chuvoso!) que se aproxima, deixo-vos aqui umas coisinhas divertidas para conhecerem (ou relembrarem) caso não consigam sair de casa. Coisas para os mais pequenos (e não só), mas cujas mães, e pais é que não vão resisitir. Tudo com envios para Portugal (neste caso, bendita globalização)

Thursday, May 3, 2007

Alianças: eu mostro-lhes o dedo. Parte II


Emprestaram-me um livro de marketing que se chama “O Poder das Mulheres” (aviso já, que só tem interesse para quem é da área). E foi lá que descobri o Anel da Mão Direita. A DeBeers criou, muito inteligentemente, uma estratégia de marketing para as mulheres, quando percebeu que já não eram só os maridos que compravam anéis de diamantes.

O mercado estava a mudar, porque as mulheres começavam a ter poder de compra para adquirirem os seus próprios diamantes. E já não tinham de esperar que os maridos arranjassem uma amante e lhes oferecessem um anel para atenuar a culpa ou lhes comprar o silêncio e a felicidade conjugal (esta achega é minha, mas concerteza faria um sucesso junto do Dep Marketing da empresa ;).

E assim, se criou o conceito do Anel da Mão Direita. Um anel de diamantes, que as mulheres independentes e financeiramente autónomas usam, para mostrar que são mulheres independentes e financeiramente autónomas.

Isto virou moda: Beyoncé, Jennifer Lopez e muitas outras aderiram, usando até o fenómeno para caridade enquanto exibiam o seu girl power.

Não que seja apologista deste anel também, mas sempre é uma variação. Podíamos criar um anel de mães. Era tão válido como andar com um maço (sim, maço) de fotos na carteira para mostrar sempre que alguém pergunta (ou não) pela minha filha.

E quanto a anéis, se tivesse um destes, penhorava, deve valer uma bela viagem.

Alianças: eu mostro-lhes o dedo. Parte I




Não sou apologista de anéis, daqueles que querem dizer que fomos convidadas a casar, ou que já somos mulheres “respeitáveis e casadas”. Porque é que temos de informar o nosso estado civil a toda a gente, a toda a hora? Isso tem importância?

Depois há ainda quem defenda que uma aliança tem a mesma função nos humanos que uma coleira de pulgas tem nos cães. Basta usar e ninguém se aproxima. (Cada um acredita no que quer...)

Mas como somos um país livre devemos continuar a fazer o que queremos e aquilo em que acreditamos e mais nada! (ponham os olhos na nossa classe politica).

A pressão do anel é tanta que, quando alguém resolve constituir uma família sem o “ritual” do “Bora lá gastar uma pipa de massa que depois recebemos isso e muito mais em presentes” começa a lenga-lenga do casamento: “E depois o que vai ser da criança na escola? Os pais não são casados!”

Sim, vamos ensinar aos nossos filhos a dar importância ao que é importante!

“- A tua mãe e o teu pai são casados?
- Não.
- Então não brinco contigo. Os meus pais estão separados, mas antes casaram.”

Alguém me diga por favor se isto é questão que afecte as crianças na escola, porque eu não consigo ver onde é que há assunto aqui.

Sim, sim, não é ingenuidade, eu sei a importância da aliança num país onde o parque automóvel diz muito sobre as prioridades dos seus donos e sua respectiva imagem. O anel de casamento é ponto assente em quem faz questão de ter uma carrinha, com filhos lá dentro e um cão, que se passeia pelo condomínio privado como um condenado no átrio da prisão.

O que eu propunha, é que passássemos aos nossos filhos valores um bocadinho mais pertinentes. (E claro está, entre eles encontra-se a liberdade de expressão, onde o uso da aliança se inclui). Afinal, e como diz a sabedoria popular, “vão-se os anéis e ficam os dedos”. E depois, o que é que as crianças vão fazer com eles?

Wednesday, May 2, 2007

The Mouth revolution

Já pensaram, se as nossas bocas se revoltassem contra a quantidade de pseudo alimentos ou pseudo "coisas" que comemos?

Este site, para além de ser uma chamada de atenção para um problema, que felizmente ainda nos afecta a uma escala muito pequena em Portugal (ou pelo menos a minha ingenuidade assim o quer crer) é uma das coisas mais originais que me chegou às mãos nos últimos dias. Divirtam-se com a Mouth Revolution.

Sexo e a Cidade VS Desperate Housewives


Se enquanto mulheres sem filhos ambicionávamos a descontracção (e os sapatos!) das primeiras, agora com filhos lutamos para não cair nas loucuras das segundas.


Na verdade queremos o melhor de duas vidas. E porque não? Hoje em dia tudo é permitido à mulher, já há uma grande maioria (pelo menos quero acreditar que são uma maioria) de pessoas que sabe que somos iguais em direitos e em deveres. O mundo é o nosso limite, ou melhor, a Lua. Nós podemos ir até onde a nossa ambição e competência nos levar.

E é aí que, não sendo apenas Donas de Casa nem apenas Mulheres com uma carreira, passamos para uma denominação (muito menos glamorosa que as anteriores) a de Equilibrista de Circo. Passamos o dia a correr de prato para prato, a fazê-lo girar, para que não caia.

Li algures, (e peço desculpa pela falta de fonte) que depois do casamento a tendência é que as mulheres trabalhem mais 30% do que já trabalhavam em casa e que os homens vejam reduzidas as suas tarefas em 15%.

Sinceramente quero acreditar que isto é uma questão científica. Nós temos uma feliz conjugação genética que nos permite fazer várias coisas ao mesmo tempo. Os homens não (salvo raras excepções). E isto não é "feminismo de algibeira": têm visto ultimamente muitos homens a fazer o jantar com o filho ao colo e a falar ao telefone, tudo ao mesmo tempo?

E se querem saber, eles é que estão certos. Uma coisa de cada vez. É por não nos contentarmos com isso que depois quem fica a girar os pratos somos nós. Quem manda?


A questão mesmo é como vamos conseguindo equilibrar as coisas. Podemos ser mulheres (giras de preferência ;) e mães ao mesmo tempo, conjugando os papéis e não perdendo a nossa liberdade (e os tais maravilhosos sapatos) Porque é assim em tudo na vida. Desde que consigamos manter alguns pratos a girar, o espectáculo continua.